Consulta Particular Dr. Paulo Pereira

Dr. Paulo Pereira

Psiquiatra Infantil em Santo André


Nossa missão


✔ Atendimento fácil e rápido visando o melhor alívio dos sintomas

✔ Marcação de consultas imediata por Whatsapp ou ligação telefônica

✔ Segurança criptografada e sigilo das informações

✔ Resolução rápida de dificuldades clínicas e psíquicas

✔ Elaboração de diagnóstico específico e follow-up

✔ Programa de tratamento personalizado na psiquiatria infantil e do adulto

✔ Acompanhamento e reajuste terapêutico ao longo do tratamento

✔ Agende para hoje sua consulta !




Psiquiatria Infantil:

Um desafio nos dias de hoje


Uma das queixas mais comuns hoje nos consultórios de psiquiatria infantil, pelo menos a que vem acompanhada de maior urgência dos pais, é justamente essa: “Doutor, me ajude, meu filho até se cortou!”

A quem está nesse situação, é importante ter calma e primeiro esclarecer umas coisas aqui para observarmos como talvez o problema não seja tão grande quanto pode parecer.

Vivemos em um mundo em transição, apresentando mudanças tão profundas quanto intensas e rápidas, a ponto de ser difícil assimilar tudo isso.

Portanto, reflexão é a ordem do dia para entender o que está acontecendo.

A tecnologia tem evoluído numa velocidade absurda, e precisamos urgentemente entender como isso se dá e como lidar. Devido a isso, chegamos ao ponto de hoje seu filho aprender a usar um tablet antes mesmo de calçar o sapato!


Por isso uma “brincadeira inocente de ver alguns vídeos no tablet ou celular” poderá minar, diariamente, o convívio social da criança até o ponto de tornar-se um adolescente com dificuldades para comunicar-se de outras maneiras além de somente por texto.

Para poder diagnosticar e tratar a ansiedade infantil de maneira eficaz, lançamos mão, além de medicações específicas para a melhora significativa no controle dos sintomas, fitoterápicos eficazes unicamente ou juntamente ao tratamento convencional, visando assim um uso mínimo e racional de medicações, pois temos como objetivo ver nossos pacientes, e principalmente os mais jovens, evoluir para uma qualidade de vida ideal e sem medicalização excessiva em idade precoce, dentro do possível e clinicamente indicado.

Num período difícil de acompanhar as mudanças sociais e tecnológicas, de tão rápidas principalmente para nós nascidos na época ainda da TV preto-e-branco torna-se um verdadeiro desafio explicar aos filhos como lidar num mundo tão novo até para nós, não é mesmo?

Dr. Paulo Pereira

Já notou como as novas gerações têm muito mais demandas, dúvidas e questionamentos angustiantes do que nós tínhamos na nossa juventude?

Agora você sabe que não estará só nesta empreitada quando pode contar com anos de experiência na área de saúde mental infantil e do adulto.

A cada dia nossos adolescentes passam por um processo de uso e abuso da tecnologia, e se já é comum um isolamento social (inclusive normal como tendência nessa idade, independentemente até de mudanças como a em questão), usando o celular/tablet/laptop ele ficará cada vez mais encimesmado, tendo até mesmo dificuldades para comunicar-se com seus pares.

E aí temos o primeiro alerta importante: adolescente quer falar com os da sua idade, trocar idéias, etc.

Quando isso não acontece, alguma coisa já não está bem!


Porém, passa-se despercebido e aos poucos ele vai perdendo a capacidade de se expressar bem para qualquer pessoa. E quando algo o incomoda, lhe dá angústia, aí será mais dificil ainda colocar para fora os sentimentos, certo?

Nessa hora, o adolescente de hoje passar a digitar tudo o que sente na internet, e num momento de pouca clareza mental e emocial, quando mais se encontra vulnerável, ele entra em contato com todo tipo de conselho ruim por lá.

O resultado?


Absorve rapidamente, sem questionar ou refletir sobre o que está lendo, procurando agir rápido na angústia de aliviar sua dor. Aí então ele lê algo como “se corta para a sensação ruim passar”, e sai automaticamente fazendo.

Os pais e outros adultos, vendo tudo isso de fora, acabam muitas vezes se desesperando, porque são de outra época quando nem internet existia ainda…

Entendamos isso:
Essa geração mais jovem de hoje é a primeira na história da humanidade já nascendo plugada na internet, um local livre porém perigoso onde qualquer um escreve o que bem entende, deixando a interpretação exclusivamente para o leitor.

Essa é a questão.

E aí a família vem procurar atendimento emergencial tipicamente muito assustada.

Nesse momento precisamos refletir sobre tudo isso e lembrar o fato de que um jovem vulnerável seguindo um “conselho” na internet não necessariamente procura acabar com a própria vida.

Na maioria dos casos, inclusive, ocorre após termos uma conversa com os pais, o jovem separadamente deles vira para mim e diz “... mas eu não queria nada disso, só estava triste e queria alguma coisa rápida para me fazer ficar melhor. E não ajudou, então agora meus pais estão preocupados assim”.

Para todos nós, essas mudanças ocorrendo agora são rápidas o suficiente para dificultar entender o quanto nossos jovens são iniciados numa região meio “terra de ninguém” como a internet, vulneráveis e ainda sem mecanismos internos para refletir sobre o que lê.

Por isso, vejamos com parcimônia quando um jovem se espressa na internet de maneira muito diferente de como nós, de gerações prévias, faríamos.


Mas, antes mesmo de isso acontecer, visamos evitar esses problemas formando pessoas críticas e capazes de uma conversa calma e esclarecedora com aqueles mais próximos.

Já sei o que você está pensando: "Mas será o tratamento com alguma medicação que vicia? E meu filho ou filha vai ficar viciado nisso?"

Esse tipo de questionamento é bem frequente há longa data por quem ainda está iniciando um tratamento, o que é muito natural realmente.

Mas isso não precisa ser uma preocupação quando nosso objetivo é fazer um tratamento eficaz utilizando-se medicações fitoterápicas inicialmente, acompanhando a evolução do paciente ao longo do tratamento. Assim, conseguiremos dar uma primeira avaliação visando intervenções mais leves, dentro do possível.

Prezamos muito por nossos princípios em relação ao diagnóstico e próximo acompanhamento de nossas crianças, há mais de uma década mantendo a preocupação em:

✔ Fazer um diagnóstico preciso e detalhado dos sintomas do jovem paciente.

✔ Manter contato estreito tanto com o paciente quanto os familiares que o acompanham, disponibilizando meios rápidos de comunicação ao longo do tratamento, seja por whatsapp ou e-mail, etc.

✔ Respeitar as características individuais da criança/adolescente e suas necessidades próprias, de maneira a garantir um tratamento saudável e sem estresse.

✔ Insistimos que o acompanhamento multidisciplinar juntamente com neurologistas, psicólogos, pediatras, psicopedagogos, etc, leva seguramente a um tratamento mais eficaz do paciente em questão.


Na dúvida se deverá iniciar o tratamento ainda esta semana?

Porque não agendar uma avaliação para podermos ter certeza da urgência de tratamento?

Sempre vejo muitos pacientes se surpreenderem quando descobrem que o tratamento necessário não é um bicho de sete cabeças como tinham pensado antes, ou mesmo não necessitando uma dosagem inesperada e alta das medicações no início desse tratamento, há tanto tempo prorrogado...


Acredita que seu filho possa estar passando por algo assim no momento?

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Dr. Paulo Pereira

Sobre mim

Dr. Paulo André Pereira, CRM 130.659 é médico, com formações em Psiquiatria, Acupuntura Sistêmica (Medicina Tradicional Chinesa pela AMBA), Acupuntura Craniana Japonesa de Yamamoto, Medicina do Trabalho e Perícia Médica Judicial.

Vem desde 2009 realizando palestras, workshops e entrevistas sobre os mais diversos transtornos na área de Saúde Mental.

Percorrendo um vasto campo de armas terapêuticas através da Psiquiatria, utilizando-se de medicações, fitoterápicos poderosos, Acupuntura Tradicional Chinesa, Acupuntura Craniana Japonesa, Auriculoterapia, Eletroacupuntura, dentre outros, chega-se a um controle eficaz e saudável dos sintomas de transtornos como Ansiedade e Depressão, visando assim um uso mínimo e racional de medicações.

Fazemos uma abordagem de saúde mental com enfoque multidisciplinar, através de nossa equipe e com implementação conjunta de terapias que complementam o uso de medicações, fitoterapia e psicoterapia, voltado ao atendimento de adultos, crianças e idosos, atuando com foco em TDAH e hiperatividade, depressão e ansiedade infantil, insônia, pânico e bipolaridade, dentre outros transtornos mentais.



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